sábado, 18 de maio de 2013

Como ter uma mini horta em casa, e preparar um canteiro.


Muitas pessoas gostam de ter plantas,  e gostaria até de ter uma horta em casa, mas as vezes o espaço não ajuda, e nós da mini horta paraíso da saúde estaremos mostrando como fazer para conseguir montar sua própria mini horta mesmo não tendo muito espaço.

Para montar a sua mini horta em casa ou mesmo em seu apartamento, você precisa entender que as plantas precisam de luz para fazer a fotossíntese, sobreviver, e crescer. Por isso, é essencial reservarmos um local bem iluminado para as nossas plantas. De preferência deixando a sua horta em um local com sol direto. Em apartamentos, as sacadas e a área de serviço costumam ser ótimos locais. A escolha do vaso é o que melhor se adequar com seu local, não há regras, porém compre um vaso ou uma floreira com pelo menos 20 cm de profundidade e com drenos para eliminar o excesso de água, com uma bandeja ou um prato embaixo.  Para evitar o mosquito da dengue, lembre-se de colocar um pouco de areia ou pedrinhas no fundo, para evitar os mesmos.
Confira algumas dicas para cuidar da sua mini horta
Na Hora de Regar, o ideal é regar uma vez por dia, logo no início da manhã ou no fim da tarde. A terra não pode ficar totalmente seca. Se você mora em andares mais altos, irrigue mais, pois o vento resseca mais o solo.

Crie sua própria horta de ervas e temperos

As ervas tem uma participação especial na culinária e na gastronomia. Conferem sabor, acentuam aromas e seu uso pode até mesmo definir a identidade da comida de uma região. Muitas pessoas buscam cultivar essas ervas para ter a planta sempre à mão, sempre fresca. Mas com a correria do dia-a-dia, e também o espaço limitado dos apartamentos, tão constantes na vida moderna, apenas quem dispõe de tempo e espaço pode usufruir deste privilégio.
Ou não! Hoje, já existem técnicas que possibilitam o cultivo de plantas no espaço reduzido de apartamentos. Para aproveitar os pequenos espaços em sua casa, utilize uma horta suspensa! Você pode utilizar desde vasos até jardineiras (de plástico ou barro), mantendo num local com claridade e regando todos os dias. Monte seus recipientes seguindo os seguintes passos:
 A seguir, listamos técnicas para cultivo de algumas das ervas mais usadas pelos brasileiros:
- Alecrim (Rosmarinus officinalis) – usado para temperar carnes em geral, legumes e omeletes. Cresce bem em ambientes muito ensolarados.
- A cebolinha (Allium schoenoprasum) pode ser semeada em pequenos vasos de barro, gosta de solo fértil, rico em matéria orgânica, e para obtê-la mais rapidamente, aproveite as mudinhas que são vendidas na feira.
- O coentro (Coriandrum sativum), conhecido também como salsa chinesa, tem as folhas parecidas com as da salsa, mas seu sabor é bem diferente, mais próximo ao do limão. Suas folhas são usadas em inúmeros pratos à base de peixe, as sementes em conservas e o coentro em pó para aromatizar massa de pães e carnes assadas.
- O orégano (Origanum virens), é uma erva originária do Mediterrâneo, muito usada em peixes, carnes, saladas, molhos e suco de tomate. Gosta de ambientes ensolarados e solo leve e arenoso, com boa drenagem. Renove o solo do vaso anualmente, com uma mistura nova e nutritiva.
- A salsa ou salsinha (Petroselinum sativum), é originária da Europa. É bastante popular no Brasil e entra na composição de inúmeras receitas salgadas, como carnes, sopas, bolos e saladas.

Mini Hortas Para Apartamentos e Pequenos Espaços

 A reciclagem do plástico é de extrema importância para o meio ambiente. Quando reciclamos o plástico ou compramos plástico reciclado estamos contribuindo com o meio ambiente, pois este material deixa de ir para os aterros sanitários ou para a natureza, poluindo rios, lagos, solo e matas.



  




A procura por uma alimentação mais saudável e um modo de vida mais natural tem sido cada vez maior. Alimentos orgânicos, cultivados sem agrotóxicos ou fertilizantes químicos, fazem bem e são muito mais saborosos. E a boa notícia é que poder colher o próprio alimento, ter contato com a terra e fazer da atividade uma terapia ou hobby não é privilégio apenas de quem dispõe de quintal em casa. É possível cultivar uma mini-horta mesmo em espaços reduzidos, como varandas, áreas de serviço ou jardineiras de apartamentos.

Os alimentos mais cultivados nas mini-hortas caseiras são aqueles utilizados como tempero: cebolinha, salsinha, manjericão, hortelã, orégano, boldo, erva-doce, erva-cidreira, melissa e alecrim, plantinhas também dão vida, beleza e charme à decoração, além de exalarem aromas surpreendentes. São de fácil cultivo, exigem pouca atenção e ainda há a vantagem de se conhecer a procedência dos ingredientes, totalmente orgânicos, sem entre outros. Além de garantirem um toque especial aos pratos, estas falar na economia nas compras de supermercado.

Para quem tem crianças em casa, uma mini-horta pode trazer benefícios ainda maiores, sendo motivo de diversão e entretenimento, valendo também como instrumento de ensino, pois o plantio incentiva o cuidado com a terra e repassa noções sobre o meio ambiente. Produtos específicos e pequenos cuidados, como a quantidade correta de água, iluminação e temperatura são as únicas recomendações para manter a qualidade das plantas.

como fazer sua mini hortas em pequenos espaços


Não é preciso muito espaço para fazer uma horta em casa. É só ter vontade e algum lugarzinho onde bata sol por algumas horas do dia e sua horta já pode começar. Nesse post vamos dar algumas dicas de como fazer uma horta dentro de sua casa.


O ideal para apartamentos e espaços pequenos é ter uma horta de temperos, pois eles geralmente se adaptam melhor a canteiros. Algumas espécies são indicadas, por exemplo: alecrim, manjericão, estragão, camomila, capuchinha, cebolinha, erva cidreira, hortelã, orégano, pimenta-dedo-de-moça, salsinha e sálvia. Eu mesma nunca consigo manter uma planta viva por muito tempo, mas já plantei algumas dessas e posso garantir que não dão quase nenhum trabalho.  Para fazer seu canteiro Você vai precisar de algumas coisas : um vaso grande ou uma jardineira (pode ser de plástico ou de barro), terra, húmus de minhoca ou você pode usar o adubo orgânico que ensinamos no post anterior sobre compostagem e algumas mudas de ervas de boa procedência. Não se esqueça de dar um bom espaço entre uma muda e outra, assim elas podem crescer livremente.


Mas como saber quando regar? A rega depende muito do tipo de vaso. Vasos de barro são mais porosos e por isso secam mais rapidamente. Para lugares de muito vento, recomendam-se vasos de resina. Eles imitam o barro e, apesar de não serem tão bonitos, são mais leves e seguram melhor a umidade. A herborista Sabrina brinca que a melhor medição para a rega ainda é o “dedômetro”: coloque o dedo na terra, se estiver úmida, está bom, se estiver seca, precisa ser regada?”. O ideal é que se adube a terra a cada 30 dias, você deve colocar o adubo afastado do caule e regar logo em seguida, é bom também revolver a terra para que não haja perda por oxidação quando o sol bater. É sempre bom também manter o hábito de podar, deve-se evitar a presença de folhas secas na planta pois elas atraem fungos e bactérias que podem acabar com a sua horta.

Procurando por aí acabei encontrando também algumas “engenhocas” que tentam driblar a falta de espaço do nosso mundo atual. Nos EUA, por exemplo, o agricultor Bill Arquit criou esse jardim em forma de escada que permite ter uma horta completa, com mais de 55 plantas. Ele mede em torno de 1,15m² e permite cultivar plantas organicamente. O jardim urbano ainda é vendido somente lá e custa em torno de 250 dólares. Mas pra quem tem uma noção de marcenaria já dá pra ter umas ideias do que fazer em casa.


Como solução relativamente menor, e é claro menos completa, o arquiteto francês Patrick Nadeau desenvolveu uma mini-horta urbana. deal para quem sofre com a falta de espaço, esta mini-horta urbana cheia de design é composta por suportes metálicos que suportam três baldes de poliéster revestidos com PVC impermeável (48 x 10 x 22) e com capacidade para até um litro. Cada um dos baldes é vendido com bolas de argila e um sistema especial de drenagem, sendo perfeito para quem vive num apartamento de cidade, sem hipótese de alugar uns metros quadrados para plantar os seus vegetais favoritos.


Então, pode parar de reclamar por falta de espaço, porque o que não faltam são soluções. E aí vai mais uma foto só pra lembrar que qualquer lugar é lugar.

Mini Horta de Ervas e Temperos



A Mini-Horta Jardim de Flores permite o cultivo de 8 tipos de ervas

Agora você vai poder cultivar seus próprios temperos e ervas mesmo morando em apartamento! O Jardim de Flores acaba de lançar a Mini Horta Jardim de Flores – um kit super prático que permite o cultivo de 8 tipos diferentes de ervas e temperos, de forma organizada e prática, ocupando pouco espaço. Com a Mini Horta Jardim de Flores é possível cultivar as ervas em qualquer cantinho do quintal, na varanda, numa sacada, na sala, na cozinha e até na área de serviço! A única exigência é que o local escolhido receba pelo menos de 3 a 4 horas de sol por dia.

E se você tem mais espaço, pode organizar vários kits, aumentando a quantidade de plantas. 
O suporte plástico organiza os vasos, facilita as regas e o transporte dos vasos. O conjunto com 1 suporte e 8 vasos é bem leve e delicado.

A Mini Horta Jardim de Flores contém:
01 suporte plástico na cor verde
08 vasos plásticos nº1 na cor verde
08 envelopes de sementes (01 manjericão, 01 cebolinha verde, 01 aneto, 01 orégano, 01 manjericão vermelho rubi, 01 coentro português, 01 salsa lisa e 01 salsa crespa)
01 folheto explicativo

Veja como é fácil plantar:

1. Prepare uma mistura (substrato) juntando em partes iguais:
* 1 parte de terra vegetal
* 1 parte de composto orgânico (húmus de minhoca)
* 1 parte de areia
Se preferir, utilize uma mistura pronta, facilmente encontrada no mercado (ex. Biomix)

2. Coloque a mistura de solo em cada vasinho, sem encher demais e sem apertar. Antes de colocar a mistura, se desejar facilitar a drenagem na hora da rega, forre o fundo de cada vaso com um pedaço de manta de drenagem (ex. bidim), também facilmente encontrada no mercado. Evite usar pedras ou cascalhos para não deixar o conjunto muito pesado.

3. Espalhe algumas sementes por cima e cubra com uma fina camada da mistura. Guarde as sementes restantes no próprio envelope, bem fechado.

4. Regue suavemente com um borrifador ou regador de crivo fino. Se colocar água demias, espere escorrer e encaixe os vasos no suporte.

Como Cuidar de sua Mini Horta Jardim de Flores:
* Quanto ao local para colocar sua Mini Horta Jardim de Flores, procure, se possível, um lugar onde haja a incidência de sol por três horas diárias. Pode ser na varanda, numa sacada, no parapeito largo de uma janela ou na área de serviço. O sol da manhã é o melhor para as plantas.

* Após a brotação, se houver muitas mudinhas, faça um desbaste, ou seja, retire algumas delas (as mais fracas) para que haja espaço para as outras se desenvolverem fortes e saudáveis.

* O ciclo de cada tempero varia (observe detalhes no verso das embalagens das sementes), mas, basicamente, coincide com o tempo necessário para o tradicional cultivo em hortas e canteiros.

* A irrigação segue a regra básica: molhe as plantas diariamente, no início do dia ou no final da tarde. Importante: Procure não colocar muita água, para não deixar o vaso encharcado e correr o risco de surgir doenças e/ou pragas em suas plantas.

* Os principais inimigos dos temperos são os fungos e as cochonilhas.

Os fungos podem ser evitados tomando cuidado para não exagerar nas regas. Muita umidade favorece seu surgimento.
Já as cochonilhas são pequenos insetos que se alojam geralmente na parte inferior das folhas, sugam a seiva da planta e liberam uma substância que deixa as folhas com aparência de enceradas, atraindo fungos e formigas.

Elas podem ser combatidas com receitas naturais, como calda de fumo, chá de cavalinha e emulsão de óleo. Veja algumas receitas naturais para combater pragas no final da matéria. E lembre-se que embora as receitas sejam naturais, as ervas devem ser bem lavadas antes de serem consumidas.

* Adubações periódicas devem ser feitas com adubo orgânico ou húmus de minhoca, a cada 2 ou 3 meses.

* Alguns temperos e ervas são perenes, como o orégano, a salsinha e a cebolinha. Outros, como o coentro e o aneto são anuais e exigem novo plantio a cada ano. 
Já o manjericão é bianual, mas pode se comportar como perene em algumas condições.

Conheça as ervas que compõem sua Mini Horta Jardim de Flores:

Orégano (Origanum vulgare L.)

Outros nomes: Manjoran
Os gregos usavam o orégano para fazer vinhos aromáticos e temperar carnes. Planta perene, tem as folhas bem parecidas com as da manjerona e, por isso, também é chamado "manjerona-selvagem". 
O orégano produz flores que podem surgir nas cores púrpura, rosa ou quase branca.
Culinária: Tem o sabor típico da cozinha mediterrânea, sobretudo da italiana e da grega. Vai bem em pizzas, molhos, saladas, sopas, omeletes, ensopados e picadinhos.
Medicina Popular: estimulante das funções gástricas e biliares e emenagogo. Usa-se as folhas e flores dessecadas em infusões e decocção.





Aneto/Endro (Anethum graveolens)

Outros nomes: Dill
Planta herbácea anual, cujo aroma lembra o da erva-doce. Suas folhas são finamente divididas em segmentos presos a talos verde-esbranquiçados e as flores amarelas e pequenas surgem em grandes agrupamentos.
Culinária: Na panificação, pastelaria, como tempero de hortaliças e molhos. Usa-se as sementes inteiras ou moídas. 
As folhas frescas são usadas para temperar peixes, carnes e frangos. Amassadas, as folhas frescas também são usadas em compressas para aliviar inflamações.
Medicina Popular: infusão das sementes são usadas contra cólicas e insônia, estomatite e problemas de intestino.

Cebolinha Verde (Allium fistulosum)

Outros nomes: Onion Evergreen Bunching, Cebollino Verde
Chegou ao Brasil trazida pelos portugueses, tornando-se presença quase obrigatória na culinária. 
Planta perene, de fácil rebrote, apresenta folhagem ereta e talos verdes na parte superior, que vão ficando brancos perto das raízes.
Culinária: Toda planta é utilizada para tempero. O sabor é muito agradável, suave e delicado, podendo ser consumido até como salada.
Os talos são utilizados para temperar batatas, omeletes e vários outros pratos com ovos. Podem ser salpicados em sopas, batatas assadas, purês ou servidos ao natural, na decoração de pratos. A parte branca (bulbo) pode substituir com sucesso o alho-poró.
Medicina Popular: Tem vitaminas A e C, cálcio, fósforo e estimula o apetite.





Salsa Crespa (Petroselinum crispum)

Outros nomes: Parsley Moss Curled, Perejil Crespo
Há muito tempo, as folhas aromáticas e decorativas são bem aproveitadas na culinária. Erva de cultivo simples e fácil rebrote. Pode ser usada como ornamental ou tempero.
A variedade crespa é muito usada como guarnição na decoração dos pratos. 
Culinária: Bastante aromática, costuma se usada em dupla com a cebolinha para realçar o sabor de omeletes, sopas, saladas, suflês, carnes e patês.
Medicina Popular: Seu consumo é indicado por ser muito rica em vitamina A e ferro. 
Na forma de emplastro feito com as folhas frescas, é usada para amenizar dor nas picadas de insetos.

Salsa Lisa (Petroselinum crispum)

Outros nomes: Parsley Plain, Perejil Liso, Persil Lisse, Parsley Moss Curled, Perejil Crespo
Há muito tempo, as folhas aromáticas e decorativas são bem aproveitadas na culinária. Erva de cultivo simples e fácil rebrote. 
Culinária: Bastante aromática, costuma se usada em dupla com a cebolinha para realçar o sabor de omeletes, sopas, saladas, suflês, carnes e patês.
Medicina Popular: Seu consumo é indicado por ser muito rica em vitamina A e ferro. 
Na forma de emplastro feito com as folhas frescas, é usada para amenizar dor nas picadas de insetos.

Coentro Português (Coriandrum sativum) 
Outros nomes: Coriander Portuguese, Ciliantro Português
Erva muito antiga, mencionada no Velho Testamento, pois, junto com o cominho e o vinagre, ajudava a conservar carnes.
Era usada pelo grego Hipócrates, o Pai da Medicina, para acalmar espasmos, gases intestinais e auxiliar nas funções digestivas e hepáticas.
É originário do sul da Europa ou da África, de onde foi trazido para o Brasil logo no início da colonização. 
Culinária: Folhas e sementes são usadas para dar sabor a peixes, sopas, carnes e embutidos. O coentro é consumido como tempero verde em uma variedade muito grande de pratos. No Nordeste, ele é utilizado em praticamente todos os pratos. 
Apesar de ser da mesma família que a salsa e ter aspecto muito semelhante, o sabor e aroma das duas ervas são bem diferentes.
Além das folhas, a semente também é utilizada pela indústria de conservas de pepino.
Medicina Popular: o chá das folhas é indicado para o tratamento de dores estomacais e para alivar gases.

Manjericão Vermelho Rubi (Ocimum basilicum)

Outros nomes: Basilicão/Alfavaca Vermelho Rubi 
Há 4 mil anos, o manjericão já era cultivado por indianos e egípcios. O aroma das folhas lembra o limão e o anis. 
Natural da Ásia tropical, África e Ilhas do Pacífico, é uma planta herbácea bianual ou perene (quando em condições favoráveis).
Produz flores pequenas, esbranquiçadas ou levemente púrpuras. A variedade rubi pode ser usada também como ornamental.
Culinária: Usado em molhos para massas e carnes, omeletes, ensopados de carnes, peixe, frango e saladas, e até em doces e licores. 
Deve ser adicionado no final do cozimento ou pouco antes de servir, para que não perca o sabor e aroma.
Medicina Popular: erva digestiva, também é usada contra mau-hálito, inflamações na boca e garganta. A infusão é estimulante contra o cansaço e alivia problemas gastro-intestinais.

Manjericão (Ocimum basilicum)
Outros nomes: Basilicão/Alfavaca 
Há 4 mil anos, o manjericão já era cultivado por indianos e egípcios. O aroma das folhas lembra o limão e o anis. 
Natural da Ásia tropical, África e Ilhas do Pacífico, é uma planta herbácea bianual ou perene (quando em condições favoráveis).
Produz flores pequenas, esbranquiçadas ou levemente púrpuras. 
Culinária: Usado em molhos para massas e carnes, omeletes, ensopados de carnes, peixe, frango e saladas, e até em doces e licores. 
Deve ser adicionado no final do cozimento ou pouco antes de servir, para que não perca o sabor e aroma.
Medicina Popular: erva digestiva, também é usada contra mau-hálito, inflamações na boca e garganta. A infusão é estimulante contra o cansaço e alivia problemas gastro-intestinais.

Receitas naturais para combater pragas:

Extrato de fumo com pimenta contra lagartas 
Todas são muito vorazes e algumas têm hábito noturno.
Para espantá-las pulverize extrato de fumo com pimenta sobre as lagartas. 
Veja como fazer:
Numa garrafa de 1 litro, misture 50 g de fumo de rolo picado e pimenta malagueta. Complete com água e deixe repousar por uma semana. Dilua em 10 litros de água e pulverize.

Controle de lesmas
Apresentam o corpo mole e segmentado. Quando se deslocam, deixam para trás um rastro de substância viscosa e brilhante.
A solução é a catação manual. 
Veja como fazer: 
Use iscas de pão embebido em leite ou cerveja e coloque-as perto da planta que precisa de proteção. As lesmas virão até as iscas, simplificando a catação manual.

Sabão e fumo contra cochonilhas
As cochonilhas são insetos sugadores com ou sem carapaça, que retiram os açúcares da seiva. Elas vivem em colônias e não têm asas. A solução é pulverizar com calda de sabão e fumo. Se as cochonilhas apresentarem carapaça, acrescente óleo mineral à calda.
Veja como fazer: 
Pique 10 cm de fumo de rolo e 50 g de sabão de coco ou neutro, junte 1 litro de água morna água e misture bem. Deixe curtir por cerca de 24 horas. Coe e pulverize as plantas atacadas.

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Mini-horta em garrafa PET é muito amor!


Nós aqui do GP amamos hortas, e esse amor já rendeu muito assunto. Graziella falou sobre a sua primeira colheita farta de rabanetes, com direito a uma receita testada e muito (a)provada. Luciana deu dicas de plantio e cultivo e contou sobre o seu interesse por jardins e hortas comunitárias, incluindo a visita a um lugar incrível em Berlim. Vou entrar nessa lista com um projeto de mini-horta em garrafa PET que aprendi essa semana com o Lucinei, amigo dos tempos de colégio lá no interior.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
Autodidata em peraltices, o Lu era conhecido por suas experiências científicas malucas – e bem-sucedidas! Com raízes fincadas na terra onde nasceu e cresceu, pensou em cursar Direito, mas a natureza é sábia e não erra: se tornou biólogo e professor premiado na área ambiental. É também hoje um requisitado consultor em Gestão Verde.
Em sua chácara cuidada a pão-de-ló, há uma ampla horta 99,9% orgânica, um deslumbre para os olhos cansados de concreto e verduras de supermercado. Em viagem pela região, andei muito por lá.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
 Um passeio quase diário e obrigatório para colher temperos, rúcula (hors-concours!), almeirão, couve, alface diretamente do pé,
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
xeretar o novo sistema artesanal de irrigação,
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
ficar de boca aberta com o pôr-do-sol que parece perfumado de tão lindo (mais ou menos parafraseando Manoel de Barros).
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
O projeto da mini-horta com garrafas plásticas pode ser feito com mudinhas de plantas com pouca raiz. Escolhemos temperos, como salsinha e cebolinha. Também vale ervas medicinais ou flores.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
 Você vai precisar de:
 
- garrafas plásticas
- mudinhas de hortaliças
- subestrato vegetal
- estilete
 
Como fazer:
 
Cada garrafa PET terá nove furos do tamanho de uma moeda de R$ 0,50 posicionados a 120º.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
Para os furos, reutilizamos o cabo de metal de um rodinho, aquecido previamente para romper o plástico. Se achar complicado, use uma moeda de R$ 0,50 como molde e corte cuidadosamente com um estilete ou tesoura.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
Faça com a ponta do estilete pequenas aberturas na base da garrafa. Um truque para a água não acumular no fundo.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
Coloque o subestrato até a boca da garrafa por uma abertura adicional.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
 Insira as mudas pelos buraquinhos com cuidado, mas sem receio de estragar a planta.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
E está pronta a sua mini-horta!
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada 
Lucinei, biólogo e consultor em gestão ambiental, todo prosa com o projetoda mini-horta concluído
 
 
Se quiser pendurá-la em algum lugar, é só amarrar um fio na boca da garrafa.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
Dicas do especialista:
 
1. Regue sua mini-horta diariamente com até um copo de água. “O subestrato é seco, mas não precisa encharcar, só umedecer”.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
 
2. Na produção de plantas, o fator essencial é o sol, por isso, o ideal é colocar a sua mini-horta na varanda do apartamento ou no quintal da casa. “São poucas as plantas que se adaptam à sombra. No caso das hortaliças, elas necessitam de sol. Não precisa ficar com dó, não. A hortaliça quer mesmo o sol quente, com a luz diretamente incidindo nela”.
 
3. Não é necessário adubar. “O próprio substrato já tem uma quantidade de nutrientes necessários para o desenvolvimento das hortaliças”.
 
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada
 
4. A sua mini-horta vai durar dois ou três ciclos de vida da hortaliça plantada, ou seja, cerca de um ano. “Para brotar novamente, corte somente os galhinhos da salsinha. Já a cebolinha pode ser podada na parte branca. Desta forma, as hortaliças podem brotar repetidas vezes durante um ano”.
 
Filosofia de quem manja do assunto:
“Enquanto um material puder ser reutilizado, esse material não é lixo. Uma garrafa PET, neste caso, servirá de suporte para esses canteirinhos. É uma distração, é diversão, é qualidade de vida mexer com plantas! Você vai retirar da sua mini-horta somente o que precisar. Uma fórmula para economizar na feira e também evitar o desperdício”.
Foto: Simone Sartori/Garota Prendada